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    CryptoInforme

    CriptoInforme 19/10!


    Por Jean Pierre Teixeira Costa • 19 de outubro de 2021
    tempo de leitura do artigo: 18 minutos

    Vamos ao CryptoInforme do dia 19/10!

    CENÁRIO GLOBAL

    Giro pelas Bolsas

    EUA

    S&P 500 fecha em alta à medida que os touros se abastecem de tecnologia e saúde

    O S&P 500 fechou em alta na terça-feira, com o aumento das ações do setor de saúde e uma alta liderada pela Apple em tecnologia sustentando apostas otimistas no mercado mais amplo.

    Dessa forma, o S&P 500 subiu +0,74%, o Dow Jones +0,57%, e o Nasdaq +0,71%.

    As ações da área de saúde lideraram os ganhos no dia, com a Johnson & Johnson (NYSE: JNJ ) subindo 2% após aumentar sua projeção para o ano inteiro, citando a força de seus negócios.

    Nesse sentido, Edwards Lifesciences (NYSE: EW ), Boston Scientific (NYSE: BSX ), Intuitive Surgical (NASDAQ: ISRG ) também impulsionou o setor para cima, com um aumento de 1% depois de lançar atualizações positivas em sua plataforma robótica assistida.

    O movimento no IRSG vem um pouco antes dos resultados do trimestre esperados após o fechamento do mercado.

    Além disso, a Procter & Gamble (NYSE: PG ) entregou resultados trimestrais que superaram os resultados, mas alertou sobre novas pressões inflacionárias, fazendo com que o preço de suas ações caísse mais de 1%.

    Ações de tecnologia

    As ações de tecnologia continuaram seu início de semana positivo, apoiado por um aumento na Apple (NASDAQ: AAPL ), assim como a nova linha Macbook Pro da gigante da tecnologia, alimentada por chips M1 atualizados, atraiu comentários positivos de Wall Street.

    Nesse sentido, disse Oppenheimer em nota:

    “A atualização antecipada do chip superou as expectativas de desempenho e eficiência de energia. Os novos chips têm uma área dedicada muito maior para núcleos de GPU e codificadores e decodificadores de vídeo. 

    O hardware e software foram totalmente integrados … [irão] provavelmente permitir que a Apple tenha uma participação entre os usuários consumidores e profissionais”.

    Além disso, a oferta de alta em tecnologia ocorre mesmo com o avanço dos rendimentos, com os rendimentos de 10 anos dos Estados Unidos chegando a 1,6%.

    Estoques de energia

    Os estoques de energia estavam em mais de 1%, já que as temperaturas em queda na China exacerbaram as preocupações de que a crise de oferta provavelmente persistirá e aumentará os preços do petróleo.

    Nesse sentido, na frente econômica, a atividade habitacional esfriou em meio a interrupções na cadeia de suprimentos e escassez do mercado de trabalho.

    Moradias e construções

    O início de moradias caiu -1,6% para uma taxa anual ajustada sazonalmente de 1,555 milhão de unidades no mês passado, confundindo as previsões dos economistas para

    Desse modo, as licenças de construção caíram -7,7% em setembro, para 1,589 milhão, maior do que a queda de 2,4% esperada.

    Em outras notícias, o ProShares Bitcoin Strategy ETF (NYSE: BITO), negociado sob o ticker “BITO”, subiu quase 1% em sua estreia no mercado. 

    Clique aqui e saiba mais.

    Giro pelas bolsas europeias

    Índice europeu de ações fecha em alta com compras defensivas compensando balanços mais fracos

    Alguns balanços positivos e compras defensivas mantiveram um índice de referência para as ações da Europa no azul nesta terça-feira, ajudando a compensar perdas da sueca Ericsson e da gigante francesa de bens de consumo Danone após resultados mais fracos.

    Nesse sentido, o pan-europeu STOXX 600 subiu +0,3%, permanecendo perto de máximas em um mês.

    Dessa forma, serviços públicos e indústria lideraram os ganhos.

    Além disso, alguns resultados trimestrais positivos em Wall Street, incluindo os de Johnson & Johnson (NYSE:JNJ)  (SA:JNJB34) e Travelers Companies (NYSE:TRV) (SA:TRVC34), também impulsionaram o sentimento.

    Ações de empresas de alimentos e bebidas

    Por outro lado, os ganhos foram limitados por empresas do setor de alimentos e bebidas, depois que a Danone alertou sobre crescentes pressões inflacionárias no próximo ano, o que pesou sobre o mercado acionário francês.

    Além disso, a Danone (PA: DANO) e os pares Nestlé e Unilever (LON:ULVR) (SA:ULEV34) caíram entre -1,3% e -3%.

    Dessa forma, à medida que a temporada de relatórios do terceiro trimestre da Europa começa a rodar em alta velocidade, investidores estão examinando os balanços das empresas em busca de quaisquer sinais de que tensões na cadeia de suprimentos, escassez de mão de obra e aumento nos preços da energia estão começando a prejudicar os lucros.

    Além do mais, os lucros do terceiro trimestre para as empresas europeias devem crescer 47,6% em relação ao mesmo período em 2020, de acordo com dados do I/B/E/S, da Refinitiv.

    Por fim, em Frankfurt, o índice DAX subiu +0,27%, a 15.515,83 pontos.

    Paralelo a isso, em Paris, o índice CAC-40 perdeu -0,05%, a 6.669,85 pontos.

    Giro Nacional

    Câmbio

    Dólar tem maior cotação desde abril com tensão sobre financiamento do Auxílio Brasil

    O dólar fechou em alta de 1,36%, cotado a 5,5944 BRL, nesta terça-feira (19), pressionado pelas preocupações com as contas públicas após informações de que o governo anunciaria o novo Auxílio Brasil de 400 BRL. 

    Assim, a reação do mercado, no entanto, fez o governo adiar o anúncio no fim da tarde.

    Esse foi o maior valor de fechamento desde 16 de abril, quando o dólar fechou cotado a 5,6241 BRL. 

    Dessa forma, na máxima do dia, o dólar foi a 5,6131 BRL.

    Já o dólar turismo foi negociado a 5,8066 BRL.

    Bovespa fecha em forte queda com preocupações sobre financiamento do Auxílio Brasil

    O principal índice de ações da bolsa de valores de São Paulo, a B3 fechou em forte queda nesta terça-feira (19), por preocupação com as contas do país diante da sinalização de que o governo Jair Bolsonaro deve anunciar o valor de 400 BRL para os beneficiários do novo Auxílio Brasil.

    Desse modo, o Ibovespa recuou 3,28%, a 110.673 pontos.

    Assim, com o resultado desta terça, passou a acumular queda de -0,28% no mês. No ano, recua -7,01%.

    As Commodities

    Os Futuros do Gás Natural

    Na Bolsa de Nova York, os Futuros do Gás Natural em Novembro foram negociados na entrega a 5,058 USD por milhões de unidades térmicas Britânicas, no momento da escrita deste CryptoInforme, alta de +1,38%.

    Nesse sentido, o Gás Natural estava propenso a encontrar suporte em 4,828 USD e resistência em 5,964 USD.

    Em outra parte da Nymex, o Petróleo para entrega em dezembro registrou ganhos +1,14% para negociação a 82,62 USD por barril

    Enquanto isso, o óleo para entrega em novembro registrou ganhos +0,49% para negociação a 2,5618 USD por galão.

    Futuros do Ouro

    Na divisão Comex da Bolsa de Nova York, os Futuros de Ouro com vencimento em dezembro foram negociados a 1.770,80 USD por onça troy, no momento da escrita deste CryptoInforme, alta de +0,29%.

    Nesse sentido, o Ouro estava propenso a encontrar suporte em 1.757,90 USD e resistência em 1.801,90 USD.

    Além disso, o Índice Dólar Futuros, que acompanha o desempenho do dólar norte-americano em comparação com a cesta das seis principais moedas, registrou perdas -0,24% para negociação a 93,722 USD.

    Em outra parte da Comex, A Prata para entrega em dezembro registrou ganhos +2,05% para negociação a 23,742 USD por onça troy.

    Enquanto isso, o Cobre para entrega em dezembro registrou perdas -0,69% para negociação a 4,6930 USD por libra-peso.

    Futuros do Minério de Ferro

    Os contratos futuros do minério de ferro de referência na Bolsa de Dalian, na China, se recuperaram na terça-feira depois de perdas em quatro sessões consecutivas, ganhando até 1,6% com a queda nos embarques dos principais fornecedores.

    Nesse sentido, os embarques de minério de ferro que partiram da Austrália e do Brasil ficaram em 23,54 milhões de toneladas na semana encerrada em 17 de outubro, uma queda de 589 mil toneladas em relação à semana anterior, mostraram dados da consultoria Mysteel.

    Por outro lado, o BHP Group (LON:BHPB), maior mineradora do mundo, registrou uma queda de quase 5% na produção de minério de ferro no primeiro trimestre.

    Na semana passada, a Rio Tinto (LON:RIO) rebaixou sua previsão de embarques de minério de ferro para 2021 devido a um mercado de trabalho apertado.

    Além disso, o contrato de minério de ferro mais negociado na bolsa de Dalian, para entrega em janeiro, fechou em alta de +0,1%, a 707 iuanes (110,37 dólares) por tonelada.

    Por sua vez, os preços spot do minério de ferro com 62% de teor de ferro para entrega na China SH-CCN-IRNOR62, compilados pela consultoria SteelHome, permaneceram inalterados em 123 dólares por tonelada na segunda-feira em relação à sessão anterior.

    Outros ingredientes siderúrgicos ampliaram os ganhos na bolsa de Dalian

    O carvão metalúrgico saltou +0,9%, para 3.729 iuanes por tonelada.

    Paralelo a isso, os futuros do coque chegaram a subir +8,2%, para 4.550 iuanes por tonelada, antes de fechar em alta de +4,7%, a 4.402 iuanes.

    O vergalhão de aço na Bolsa de Futuros de Xangai, usado nos setores de construção, subiu +2,3%, para 5.546 iuanes por tonelada.

    Por fim, as bobinas laminadas a quente avançaram +1,2%, para 5.736 iuanes por tonelada.

    Futuros do Petróleo

    Na Bolsa de Nova York, os Futuros do Petróleo com vencimento em dezembro foram negociados a 82,28 USD por barril, no momento da escrita deste CryptoInforme, alta de +0,72%.

    Dessa forma, o Petróleo estava propenso a encontrar suporte em 79,42 USD e resistência em 83,87 USD.

    Em outra parte da ICE, O Petróleo Brent para entrega em dezembro registrou ganhos de +0,75% para negociação a 84,96 USD por barril.

    Enquanto isso, o spread entre o Petróleo Brent e o Petróleo ficou a 2,68 USD por barril nos contratos.

    Plantio de soja no Brasil atinge 23,7% das áreas de 2021/22, diz Conab

    O plantio de soja no Brasil alcançou 23,7% das áreas planejadas para a safra 2021/22 até 16 de outubro, informou a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) nesta segunda-feira, indicando um forte avanço em relação aos 7,7% vistos um ano antes.

    Nesse sentido, na semana anterior, a semeadura da oleaginosa havia atingido 12,4%, de acordo com a estatal, que considerou dados de doze estados que correspondem a 97% da área cultivada do país.

    Milho e Trigo

    A semeadura do milho verão, por sua vez, atingiu 32,1% na semana passada, com atraso ante os 33,4% registrados no mesmo período do ano passado. Na semana, houve um avanço de 3,1 pontos percentuais.

    Já a colheita de trigo alcançou 38,3% até 16 de outubro, contra 34,7% na semana anterior e 53,9% um ano antes.

    Em boletim à parte, com base em informações do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a Conab informou que há previsão de bons volumes de chuva na maior parte de Mato Grosso, principal estado produtor de soja do Brasil, na semana até o dia 25 de outubro.

    Assim, afirmou a companhia: 

    “As precipitações continuarão contribuindo para a recuperação do armazenamento hídrico no solo, a semeadura, a emergência e o desenvolvimento das lavouras”. 

    Paralelo a isso, na região agrícola do Matopiba, a Conab prevê precipitações volumosas no Tocantins, Maranhão e Bahia, capazes de contribuir para a recuperação da umidade no solo, necessária à semeadura desta safra de soja. 

    Já no Piauí, as chuvas serão menores.

    No Sul a projeção é de que as chuvas continuarão principalmente no oeste e norte do PR, mas serão menos intensas que na última semana e não deverão causar prejuízos às lavouras de trigo.

    Ainda nessa linha, no Rio Grande do Sul, haverá um período com pouca ou nenhuma precipitação.

    Por fim, conclui a Conab:

    “Essa condição beneficiará os cultivos de inverno e os de verão, cuja semeadura poderá ocorrer sem excesso de umidade no solo.”

    CENÁRIO NACIONAL

    Não é igual no mundo todo: inflação no Brasil deve fechar ano maior que a de 83% dos países

    Levantamento do Ibre/FGV, com base em relatório do FMI, aponta que disparada dos preços foi mais intensa aqui do que no restante do mundo; explicação, segundo economistas, está na desvalorização do real frente ao dólar devido à crise institucional e às incertezas fiscais

    A inflação é um problema global – mas não é igual no mundo todo.

    No Brasil, ela deve encerrar o ano maior que a de 83% dos países, segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV).

    Nesse sentido, os dados utilizados pelo estudo do Ibre foram colhidos do último relatório “World Economic Outlook”, elaborado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) e divulgado na semana passada e que alertou para os riscos da alta generalizada de preços.

    Além disso, o ministro da Economia, Paulo Guedes, tem afirmado que a alta da inflação é um fenômeno global, e que o Brasil não estaria fora do padrão:

    “Países que tinham zero [de inflação], agora estão em 4%, 5%. Países que tinham 4%, 5%, agora estão em 8%, 9%. Isso acontece, mas tem de haver resposta política”.

    Os dados mostram, no entanto, que o patamar de inflação por aqui supera – em muito – o visto na maior parte do exterior.

    Desse modo, segundo o diretor do Banco Central Bruno Serra, está em um “nível muito elevado” até para o Brasil, que é acostumado com pressão sobre os preços.

    Estimativas

    A estimativa do FMI é a de que a inflação brasileira encerre o ano em 7,9% – no acumulado de 12 meses até setembro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) chegou a 10,25%. 

    Assim, se a projeção do fundo se confirmar, o Brasil vai registrar uma inflação bem acima da apurada entre os países emergentes (5,8%) e também da média mundial (4,8%).

    Todos os anos, nos meses de abril e outubro, o FMI atualiza as suas projeções para diversos indicadores macroeconômicos, como inflação, Produto Interno Bruto (PIB) e investimento, para um grupo de quase 200 países.

    Dessa forma, o levantamento deixa evidente que a piora da inflação tem sido mais intensa no Brasil que no restante do mundo. 

    No relatório de outubro do ano passado, por exemplo, a previsão era que a nossa economia teria uma inflação maior que a de 57% dos países. No relatório de abril, esse patamar subiu para 70%. E agora está em 83%.

    Assim, afirma André Braz, pesquisador do Ibre:

    “O que agrava a situação do Brasil é a nossa moeda, que segue desvalorizando mais do que a média das outras divisas”.

    Além disso, a previsão do FMI para a inflação brasileira pode ser considerada conservadora. No relatório Focus, divulgado semanalmente pelo Banco Central, os analistas consultados estimam um IPCA de 8,69% para 2021.

    Nesse cenário, no entanto, a alta de preços no Brasil supera a de 86% das nações.

    Inflação é problema global

    Quase todos os países passaram a lidar com uma alta de preços mais intensa neste ano.

    Nesse sentido, com a retomada da economia, depois de superada a fase mais aguda da pandemia, a cotação das commodities subiu e se somou ao desarranjo nas cadeias de produção.

    A crise sanitária paralisou ou reduziu a produção em muitos setores industriais. 

    Desse modo, essa interrupção provocou uma escassez de produtos, pressionando os custos em todo o mundo.

    Sobre isso, afirma Braz:

    “O mundo está se recuperando mais rapidamente por causa dos estímulos fiscais adotados pelas grandes economias. São investimentos importantes para aquecer a atividade. 

    Mas o efeito colateral desse aquecimento rápido é uma busca muito grande por recursos de commodities, como petróleo e carvão.”

    Além disso, a piora do quadro inflacionário em todo o mundo fica evidente no aumento das projeções do FMI – entre os relatórios de outubro de 2020 e deste ano.

    Assim, também fica claro que a disparada da inflação no Brasil foi mais intensa do que no restante dos países.

    Por fim, o objetivo é compensar o custo do uso das termelétricas na geração de energia no país, em razão da ausência de chuvas, que vem reduzindo o potencial das hidrelétricas.

    Juros em alta e crescimento em queda

    Com a inflação em dois dígitos, o Banco Central é obrigado a subir a taxa básica de juros (Selic) para tentar conter a escalada dos preços.

    Dessa forma, na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), a Selic subiu 1 ponto percentual e alcançou 6,25%. Os analistas avaliam que mais aumentos devem vir pela frente. No relatório Focus, a previsão é que os juros encerrem o ano a 8,25%.

    Para esclarecer, quando o BC sobe os juros, ele quer esfriar a economia, retardar o consumo das famílias e o investimento das empresas, com o objetivo de conter a escalada dos preços.

    Dessa forma, na prática, todo esse movimento da política monetária faz com que a economia cresça menos.

    Por essa razão, economistas projetam um avanço do PIB abaixo de 1% em 2022.

    Nessa linha, diz Braz:

    “À medida que a gente tem que forçar o aumento de juros para conter ao máximo o espalhamento das pressões inflacionárias, ainda que não sejam por demanda, mas por fatores de custos de produção, energia e petróleo, isso gera um desafio para o ano que vem.

    O efeito colateral desse aumento de juros é exatamente ter um crescimento econômico menor. Você está convencendo os agentes econômicos a adiar o investimento, que é fundamental para ter geração de emprego. E está tentando convencer as famílias a não comprar carro, apartamento, a não viajar”.

    Indicadores Econômicos

    Fonte: CryptoInforme

    GIRO NO MUNDO CRYPTO

    No cenário cripto, houve valorização de +2,35% na capitalização total do mercado, que até o momento do fechamento desta edição do CryptoInforme, estava avaliado em 2.520 trilhões de dólares.

    Bitcoin (BTC) – Marketcap Total.
    Fonte: CryptoInforme

    No que refere à dominância do mercado, o Bitcoin (BTC) renovou sua máxima e segue em recuperação do espaço no mercado e hoje opera com uma valorização de +0,98% com máxima nos 47,55% e mínima nos 46,79%.

    Até o momento do fechamento desta edição, o BTC ocupava 47,54% da capitalização total do mercado cripto.

    Bitcoin (BTC) – Dominância.
    Fonte: CryptoInforme

    Por fim, apresentamos as principais criptomoedas que se destacaram nas últimas 24 horas:

    • OKB (OKB): +19,60%:
    OKB (OKB)– Price Action
    Fonte: CryptoInforme
    • KuCoin Token (KCS): +7,02%:
    KuCoin Token (KCS) – Price Action
    Fonte: CryptoInforme
    • Fantom (FTM): +5,98%:
    Fantom (FTM) – Price Action
    Fonte: CryptoInforme
    • Cosmos (ATOM) +5,66%:
    Cosmos (ATOM) – Price Action
    Fonte: CryptoInforme

    Cenário Técnico

    No cenário técnico, o Bitcoin (BTC) segue valorizando, com as máximas renovadas em sequência do movimento altista conhecido por cup and handle, conforme citado no Cryptoinforme da quinta-feira (15).

    Nesse sentido, ainda permanece o sinal de alerta aceso para uma possível correção com a ausência de volume e a confluência das análises de indicadores que medem força relativa e volume.

    Distanciamento da ação do preço

    No que se refere ao distanciamento da ação do preço das médias móveis que até o momento é de aproximadamente 6% da média móvel exponencial de 8 períodos diários, é necessário ter cautela para as operações compradas a partir do preço atual que até o momento está nos 64.221 USD.

    Sendo assim, o mais saudável para o ativo seria um movimento corretivo do preço conhecido por “pullback” com a busca do price action junto à referida média móvel na região aproximada dos 60.500 USD.

    Alvo para possível correção

    No que se refere ao alvo para a possível correção que possa vir a acontecer observamos um possível suporte entre os 59.000 USD e os 54.000 USD.

    Por outro lado, o ativo pode permanecer valorizando até encontrar uma exaustão por completo do preço no nível entre os 65.000 USD e os 69.000 USD.

    Reitera-se a importância em se evitar posições com altas alavancagens visto que o atual momento é de risco para essa modalidade.

    Para finalizar, em referência ao gerenciamento de riscos para as operações, é importante respeitar o momento de cautela para as operações e a utilização das ferramentas de proteção para as posições, tais como os stops, para que com o retorno da grande volatilidade não haja agressão ao patrimônio empregado nas operações

    Bitcoin (BTC) – Price Action 1
    Fonte: CryptoInforme

    Bitcoin (BTC) – Price Action 2
    Fonte: CryptoInforme



    Reportagem de Jean Pierre Teixeira Costa e reportagem adicional de Ana Flávia Santana Saraiva.


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    OBSERVAÇÃO: O informativo CryptoInforme do dia 19/10 não é aconselhamento financeiro, legal e nem indicativo de compra e venda de qualquer ativo. As decisões de como investir devem ser pessoais e com base em seus estudos e pesquisas sobre o mercado financeiro. 


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