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    CryptoInforme 14/09!


    Por Jean Pierre Teixeira Costa • 14 de setembro de 2021
    tempo de leitura do artigo: 15 minutos

    Vamos ao CryptoInforme do dia 14/09!


    CENÁRIO GLOBAL

    Bolsas Americanas

    Os índices de Wall Street operaram em baixa nesta terça-feira, em meio às incertezas econômicas e a expectativa de um aumento da taxa de imposto sobre as empresas, o que refletiu no sentimento dos investidores diante dos sinais de desaceleração da inflação.

    Assim, o otimismo desapareceu ao longo da sessão, revertendo uma recuperação inicial após o relatório do índice de preços ao consumidor do Departamento do Trabalho. 

    Ademais, todos os três principais índices de ações dos EUA terminaram em território negativo em um lembrete de que setembro é um mês historicamente difícil para as ações.

    Até o momento, neste mês, o S&P 500 caiu quase -1,8%, mesmo com o índice de referência subindo mais de 18% desde o início do ano.

    Dessa forma, disse Sam Stovall, estrategista-chefe de investimentos da CFRA Research em Nova York:

    “Existe a possibilidade de que o mercado esteja simplesmente pronto para passar por uma correção atrasada.

    Do ponto de vista da sazonalidade, setembro tende a ser o período de vitrine para os administradores de fundos.”

    O advento da variante Delta COVID altamente contagiosa gerou um aumento no sentimento de baixa em relação à recuperação da crise de saúde global. Muitos agora esperam uma correção substancial nos mercados de ações até o final do ano.

    “Ainda estamos em um modo corretivo que as pessoas vêm ligando há meses. Os pontos de dados econômicos não têm estimativas, e isso coincidiu com o aumento da variante Delta.”

    Disse Paul Nolte, gerente de portfólio da Kingsview Asset Management em Chicago.

    Relatório da CPI

    O relatório da CPI apresentou uma leitura de agosto abaixo do consenso, uma desaceleração que apoia a afirmação do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, de que o aumento da inflação é transitório e acalma os temores do mercado de que o banco central começará a restringir a política monetária mais cedo do que o esperado.

    Os aumentos de impostos corporativos há muito esperados, de 21% para 26,5% se os democratas prevalecerem, estão cada vez mais perto de serem concretizados com o pacote de orçamento de 3,5 trilhões de dólares do presidente dos EUA, Joe Biden, se aproximando da aprovação.

    Por outro lado, o Dow Jones Industrial Average caiu 292,06 pontos, ou 0,84%, para 34.577,57.

    Nesse sentido, o S&P 500 perdeu 25,68 pontos, ou 0,57%, a 4.443,05.

    Assim tambem o Nasdaq Composite caiu 67,82 pontos, ou 0,45%, para 15.037,76.

    Por fim, todos os 11 setores principais no S&P 500 terminaram a sessão em vermelho, com energia e finanças sofrendo as maiores quedas percentuais.

    Giro pelas bolsas europeias

    As ações europeias fecharam estáveis nesta terça-feira, com mineradoras, bancos e ações de luxo liderando as perdas.

    Do mesmo modo, percebe-se que o otimismo sobre o arrefecimento da inflação nos Estados Unidos em agosto provou ser passageiro.

    O setor de recursos básicos recuou -1,9%, enquanto o dos bancos cedeu -1,1%.

    Assim, disse Michael Hewson, analista-chefe de mercados da CMC Markets UK:

    “Tendo começado de forma positiva ontem, o movimento dos preços de hoje parece em curso de seguir o padrão da semana passada, quando, depois de recuperação semelhante na segunda-feira, o sentimento se deteriorou com as preocupações sobre as margens de lucro em face da alta dos preços, levando certos setores a sofrerem mais pressão”.

    Ainda assim, muitos estrategistas esperam que as ações europeias tenham um desempenho superior neste ano, devido ao avanço da vacinação e recuperação do comércio em segmentos mais baratos do mercado, como bancos e energia.

    Além disso, os dados divulgados mais cedo mostraram que os preços ao consumidor dos EUA subiram ao ritmo mais lento em seis meses em agosto, o que sugere que a inflação provavelmente atingiu seu pico, embora possa permanecer alta por um tempo em meio a persistentes restrições de oferta.

    Dessa forma, disse Joshua Mahony, analista sênior de mercados do IG.

    “Embora inicialmente tenhamos visto os mercados dispararem com a perspectiva de um Federal Reserve mais paciente, desde então vimos os operadores perceberem que os dados de hoje provavelmente não levarão o Fed a mudar de curso”. 

    Assim, o índice FTSEurofirst 300 subiu +0,01%, a 1.802 pontos.

    Enquanto isso, o índice pan-europeu STOXX 600 perdeu +0,01%, a 468 pontos.

    Em FRANKFURT, o índice DAX subiu 0,14%, a 15.722,99 pontos.

    Em PARIS, o índice CAC-40 perdeu 0,36%, a 6.652,97 pontos.

    As commodities

    Os Futuros do Petróleo

    Os Futuros do Petróleo continuaram em queda na terça-feira.

    Na Bolsa de Nova York, os Futuros do Petróleo com vencimento em outubro foram negociados a 70,44 USD por barril, até o fechamento deste CryptoInforme, em queda de -0,01%.

    O Petróleo estava propenso a encontrar apoio em 67,56 USD e resistência em 71,19 USD.

    O Índice Dólar Futuros, que acompanha o desempenho do dólar norte-americano em comparação com a cesta das seis principais moedas, registrou ganhos de +0,01% para negociação a 92,642 USD.

    Em outra parte da ICE, o Petróleo Brent com vencimento em novembro registrou perdas -0,14% negociado a 73,61 USD por barril.

    Enquanto isso, o spread entre o Petróleo Brent e o Petróleo ficou a 3,17 USD por barril nos contratos.

    Os Futuros do Ouro

    Os Futuros de Ouro subiram nesta terça-feira.

    Na divisão Comex da Bolsa de Nova York, os Futuros de Ouro com vencimento em dezembro foram negociados a 1.805,80 USD por onça troy, até o fechamento deste CryptoInforme, uma alta de +0,64%.

    O ouro estava propenso a encontrar suporte em 1.783,10 USD e resistência em 1.810,65 USD.

    Em outra parte da Comex, a Prata com vencimento para dezembro registrou ganhos +0,28% para negociação a 23,863 USD por onça troy.

    Enquanto isso, o Cobre para entrega em dezembro registrou perdas -1,24% para negociação a 4,3130 USD por libra-peso.

    Os Futuros do Gás Natural

    Os Futuros do Gás Natural subiram no segundo dia da semana terça-feira.

    Na Bolsa de Nova York, os Futuros do Gás Natural com entrega em outubro foram negociados a 5,303 USD por milhões de unidades térmicas Britânicas, até o fechamento deste CryptoInforme, uma alta de +1,38%.

    Nesse sentido, o Gás Natural estava propenso a encontrar suporte em 4,585 USD e resistência em 5,364 USD.

    Em outra parte da Nymex, o Petróleo com vencimento em outubro registrou perdas -0,17% negociado a 70,33 USD por barril.

    Por outro lado, o óleo para entrega em outubro registrou perdas de -0,07% para negociação a 2,1568 USD por galão.

    Os Futuros do Carvão Metalúrgico e Coque Chinês

    Os contratos futuros do carvão metalúrgico e do coque chinês fecharam em queda de -5% nesta terça-feira.

    Essa queda é reflexo das preocupações com mais controles governamentais para estabilizar os preços e garantir o abastecimento.

    Dessa forma nos primeiros dez dias de setembro, os preços do carvão metalúrgico e do coque aumentaram 19% e 11,6%, respectivamente, em comparação com os últimos dez dias de agosto, mostraram dados do órgão nacional de estatísticas.

    Referente aos contratos futuros de carvão metalúrgico, fecharam o dia em queda de -5,4%, para 2.703 iuanes (419,25 dólares) por tonelada, para entrega em janeiro.

    Por outro lado, os futuros do coque encerraram o dia em queda de -5,3%, a 3.342 iuanes por tonelada.

    Além disso, o aço também foi afetado pela queda nos preços das matérias-primas. 

    O vergalhão caiu -3,5%, para 5.492 iuanes por tonelada. As bobinas laminadas a quente, usadas em carros e eletrodomésticos, caíram -3,1%, para 5.689 iuanes por tonelada.

    Por fim, os contratos futuros do aço inoxidável fecharam em queda de -2,2%, em 19.010 iuanes por tonelada.

    Recorde nas exportações do Agronegócio do Brasil

    As exportações do agronegócio do Brasil tiveram uma alta histórica, com o aumento dos preços elevando a receita em 26,7% para 10,90 bilhões de dólares, informou o Ministério da Agricultura nesta terça-feira.

    Esse marco foi visto pela última vez em 2013, onde as exportações brasileiras do agronegócio alcançaram o mesmo patamar de 10 bilhões de dólares para os meses de agosto, acrescentou a pasta.

    Por outro lado, as importações de produtos do agronegócio subiram 37,2% para 1,25 bilhão de dólares, influenciadas pela alta dos preços internacionais, como no caso do trigo e óleo de palma.

    Ademais, o complexo soja (em grãos, farelo e óleo), principal setor exportador brasileiro, atingiu divisas de 4 bilhões de dólares, alta de 53,6% em relação ao mesmo período de 2020.

    Além disso, o setor de produtos florestais atingiu a cifra de 1,25 bilhão de dólares, com alta de 40,5%. As exportações de celulose foram as mais importantes, com 610,67 milhões de dólares +47,2%.

    Do mesmo modo, houve um recorde no volume exportado de celulose para agosto, com 1,35 milhão de toneladas +6,9%, segundo o ministério.

    Assim também, as vendas externas de carnes somaram 2,09 bilhões de dólares +40,5%, marco inédito para o mês de agosto desde o início da série histórica em 1997.

    Os preços médios de exportação das carnes subiram +34,8%, assim como houve expansão no volume das vendas externas +4,2%. O resultado está relacionado à oferta, demanda e custos da produção mundial, segundo o estudo do ministério.

    Da mesma forma, a carne bovina, principal proteína animal exportada pelo país, totalizou 1,17 bilhão de dólares em agosto de 2021 +55,6%. Os volumes cresceram 10,1%.

    CENÁRIO NACIONAL

    CNC: Turismo brasileiro acumula prejuízo de R$ 413,1 bilhões na pandemia

    As atividades turísticas já somam um prejuízo de 413,1 bilhões de reais desde o agravamento da pandemia do novo coronavírus no País, em março de 2020, até julho deste ano, calcula a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

    De acordo com o economista Fábio Bentes, responsável pelo estudo da CNC, o setor chegou a julho de 2021 com ociosidade ainda elevada, operando com aproximadamente 63% da sua capacidade mensal de geração de receitas. Apesar dos prejuízos acumulados, o setor de turismo já apresenta sinais claros de maior dinamismo.

    Dessa forma, escreveu Bentes, em relatório.

    “As perdas mensais de receitas, por exemplo, recuaram pelo quarto mês consecutivo e tendem a se reduzir na medida em que as barreiras à circulação de turistas forem relaxadas”.

    A CNC aumentou sua projeção de crescimento para as atividades turísticas em 2021, de uma alta de 18,2% para 19,1% no volume prestado de serviços turísticos. O segmento teve um tombo de 36,6% em 2020, afetado pela crise sanitária.

    Em julho deste ano, os serviços turísticos operavam 24,6% abaixo do patamar de fevereiro de 2020, no pré-covid. Mais da metade do prejuízo até agora ficou concentrado nos estados de São Paulo (171,6 bilhões de reais) e Rio de Janeiro (50,2 bilhões de reais).

    Sendo assim, o agregado especial de Atividades turísticas cresceu +0,5% em julho ante junho, segundo os dados da Pesquisa Mensal de Serviços, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    Breve comparativo

    Dessa forma o resultado representa a terceira taxa positiva consecutiva, período em que acumulou um ganho de 42,2%, mas o segmento ainda precisa crescer 32,7% para retornar ao patamar de fevereiro de 2020, na pré-pandemia. 

    Em comparação a julho de 2020, o índice de volume de atividades turísticas no Brasil tiveram alta de 83,0% em julho de 2021, impulsionado pela base de comparação depreciada.

    As declarações consideradas “dove” do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, continuaram alimentando a queda dos juros curtos e intermediários da curva a termo ao longo da tarde e também os ajustes nas apostas para a Selic no Copom da semana que vem. 

    No fim da sessão regular, as taxas curtas tombavam mais de 30 pontos-base e a expectativa de aperto de 1 ponto porcentual da Selic era majoritária ante a opção de 1,25 ponto, com a curva tendo limpado expectativas de avanço mais agressivo de 1,5 ponto que apareceram nos últimos dias. 

    Campos Neto disse que o BC não vai alterar o plano de voo em função de dados de inflação de alta frequência, o que foi lido como um recado claro de que a indicação da última ata do colegiado continua válida.

    A mudança sobre a percepção de Selic no curto prazo também engordou o volume de contratos negociados.

    Com cerca de 1,9 milhão de contratos movimentados hoje, o do Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2022 fechou com taxa em 7,01%, de 7,324% ontem no ajuste.

    Na média diária dos últimos 30 dias, este DI girou em torno de 733 mil contratos. O DI para janeiro de 2023 passou de 9,162% para 8,86% e o DI para janeiro de 2027 encerrou a 10,47%, de 10,49%.

    Taxas curtas derretem com sinalização de Campos Neto

    A fala de Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central, em evento promovido pelo BTG Pactual (SA:BPAC11), teve efeito avassalador na curva. 

    “Pegou muita gente de surpresa nesta última manifestação permitida antes do período de silêncio do Copom. A curva chegou a colocar na semana passada chance de alta de 1,5 ponto na Selic, o que é uma pedrada”, afirmou o economista-chefe da Ativa Investimentos, Étore Sanchez.

    Na curva a termo, a aposta de alta de 1 ponto aparecia com 80% de probabilidade precificada, ante 20% de chance de 1,25 ponto, segundo o economista-chefe da Greenbay Investimentos, Flávio Serrano. Para o Copom de outubro, o mercado está dividido entre as duas alternativas, com 50% de chance para cada lado.

    Para o fim do ano, a curva projeta Selic em 8,50%.

    Copom

    Embora a nova sinalização do BC possa não deixar dúvidas sobre o que o Copom vai fazer, ou seja, elevar a taxa básica em 1 ponto, não é essa a opção defendida por boa parte dos economistas.

    Em meio à crise hídrica e com as pressões inflacionárias de 2021 cada vez mais transbordando para 2022, a percepção é de que a autoridade monetária teria de ser mais firme.

    O economista João Leal, da Rio Bravo Investimentos, disse que a fala de Campos Neto não altera a necessidade de um aumento de 1,25 pp na próxima reunião: 

    “Não é simplesmente um dado de inflação acima da expectativa, mas uma pressão inflacionária bastante ampla em toda a economia. Uma alta de 1 ponto pode ser um risco bem grande de perder ainda mais controle nas expectativas para o IPCA de 2022”.

    Sanchez, da Ativa, manteve sua previsão de alta em 1,25 ponto mesmo depois da fala de Campos Neto. 

    Na sua visão, se a autoridade monetária cumprir sua promessa de fazer o que for necessário para trazer as expectativas de inflação para a meta, terá de ser mais incisiva e “começar a acelerar já”.

    Nesse sentindo, lembra-se que as expectativas de IPCA em 2021 estão perto de 9% e as de 2022, ao redor de 4%. A de 2021 está muito acima do teto da meta de 5,25% e a de 2022, além do centro da meta de 3,5%.

    Os contratos de longo prazo oscilaram perto da estabilidade, mas com viés de baixa trazido pelo índice de inflação ao consumidor norte-americano levemente abaixo do esperado, mas que também não alterou a visão do mercado de que o tapering nos Estados Unidos começa este ano.

    Indicadores Econômicos

    Fonte: CryptoInforme

    GIRO NO MUNDO CRYPTO

    O mercado cripto segue aparentando um ciclo de acumulação e nesta terça-feira operou com uma leve valorização de +2,33%.

    Nesse sentido, até o fechamento deste CryptoInforme, o valor total de mercado segue acima dos 2,1 trilhões de dólares.

    Bitcoin (BTC) – Marketcap Total.
    Fonte: CryptoInforme

    No que se refere à dominância, pode-se observar o Bitcoin (BTC) em recuperação, o ativo segue se afastando das mínimas registradas. 

    Bitcoin (BTC) – Dominância.
    Fonte: CryptoInforme

    Dessa forma o BTC passa a ocupar 41,58% do mercado.

    Por fim, o dia registrou também o Cardano (ADA), perdendo dominância e até agora passa a ocupar 3,58%.

    Cardano (ADA) – Dominância.
    Fonte: CryptoInforme

    Nas últimas 24 horas, destacaram-se as seguintes criptomoedas:

    • Curve DAO Token (CRV) +29,61%:
    Curve (DAO) – Price Action.
    Fonte: CryptoInforme
    • Aave (AAVE) +18,10%:
    Aave (AAVE) – Price Action.
    Fonte: CryptoInforme
    • Perpetual Protocol (PERP) +15,51:
    Perpetual Protocol (PERP) – Price Action.
    Fonte: CryptoInforme
    • SushiSwap (SUSHI) +14,97%:
    Sushiswap (SUSHI) – Price Action.
    Fonte: CryptoInforme

    Cenário Técnico

    No cenário técnico o Bitcoin (BTC), opera até o momento do fechamento desta edição testando uma resistência formada por range na região dos 46.800 USD, após o rompimento do padrão da linha de tendência de baixa.

    Há que se ressaltar que essa passagem por essa resistência psicológica na região dos 45.751 USD foi feita de uma forma que não atrai muito os investidores, com um baixo volume os níveis de força relativa chegando próximo aos níveis de sobrecompra.

    Dessa forma, o comportamento do price action se volta para o tempo gráfico diário que pode estar formando uma nova tendência de alta após a correção próxima ao nível 0,5 de Fibonacci.

    Bitcoin (BTC) – Price Action – 2 horas.
    Fonte: CryptoInforme

    O momento é de cautela para quem deseja operar no ativo, visto que há ainda muitas incertezas para o valor desse ativo.

    O comportamento das médias móveis de 8 e 50 períodos diários podem auxiliar nesse momento, pois com a recuperação e a convergência dessas médias, o preço poderá flutuar na busca dos 48.000 USD.

    Por outro lado, uma rejeição na tentativa de rompimento poderia empurrar o preço a ser negociado próximo dos 42.800 USD.

    Sendo assim, reitera-se que o momento é de cautela para operações, visto que as grandes volatilidades já voltam a aparecer e por consequência, grandes movimentos.

    Contudo, evitar altas alavancagens e a utilização das ferramentas de proteção para o capital empregado pode auxiliar evitando grandes perdas.

    Bitcoin (BTC) – Price Action.
    Fonte: CryptoInforme

    Reportagem de Jean Pierre Teixeira Costa e reportagem adicional de Ana Flávia Santana Saraiva.


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    OBSERVAÇÃO:  O informativo CryptoInforme do dia 14/09 não é aconselhamento financeiro, legal e nem indicativo de compra e venda de qualquer ativo. As decisões de como investir devem ser pessoais e com base em seus estudos e pesquisas sobre o mercado financeiro. 

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