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Atividades Criminosas com Criptomoedas Diminuíram 80 Porcento desde 2013


Por Alexandre Dantas Lage • 7 de agosto de 2018 • tempo de leitura do artigo: 1 minuto

Nos últimos cinco anos, a participação do bitcoin em atividades ilícitas caiu consideravelmente, apesar do volume de transações totais terem aumentando. De acordo com uma matéria da Bloomberg publicada na data de hoje (07/08), uma agente do DEA (órgão de combate a narcóticos norte-americano) observou que a participação do bitcoin (BTC) em atividades ilícitas caiu para apenas 10 porcento do total de transações, apesar do volume total de transações terem aumentado consideravelmente. Em uma entrevista, a agente especial do DEA, Lilita Infante, que é uma entre os 10 membros da Força-Tarefa de Investigação Cibernética, disse que a proporção das transações ilícitas usando bitcoin caiu consideravelmente nos últimos cinco anos, afirmando:

O volume aumentou tremendamente, a quantidade de transações e o valor em dólares também cresceram tremendamente ao longo dos anos em atividades criminosas, mas a proporção diminuiu.

O conceito de que criminosos optam pelas criptomoedas como uma alternativa para o dinheiro fiduciário, criou um argumento generalizado, utilizado pelos críticos do bitcoin, principalmente se tratando sobre o futuro da moeda digital.

Os órgãos reguladores também começaram a agir perante a percepção do uso de criptomoedas para atividades ilícitas, geralmente associadas ao terrorismo e lavagem de dinheiro.

Com o aumento da popularidade do bitcoin, no entanto, são as negociações legítimas que respondem pela maior parte da atividade envolvendo a criptomoeda, sendo que “a maioria das transações são relacionadas à especulação do preço do BTC”, observou Infante.

Ela acrescentou que, embora as criptomoedas com foco em privacidade tenham menor liquidez e maior anonimato em relação ao BTC, o DEA “ainda possui formas de rastrear” tais moedas digitais, como o Monero e Zcash.

Infante concluiu:

A tecnologia blockchain, atualmente, nos fornece muitas ferramentas que permitem identificar as pessoas. Pessoalmente, eu prefiro que elas continuem a utilizá-las (criptomoedas).

Em uma reunião pública da Câmara dos EUA sobre ativos digitais em meados de julho, o sócio-gerente da Andreessen Horowitz, Scott Kupor, sugeriu que “o bitcoin é o melhor amigo da lei” devido à capacidade de se rastrear atividades ilícitas em sua blockchain.

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