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    Intel conquista patente de processo de mineração de Bitcoin


    Por Alexandre Dantas Lage • 3 de dezembro de 2018
    tempo de leitura do artigo: 1 minuto

    A patente concedida à Intel se refere a um processo de mineração de Bitcoin (BTC) que utiliza “aceleradores de hardware com eficiência energética”. De acordo com a patente intitulada de “Optimized SHA256 Datapath”, a inovação de alta performance poderia reduzir o consumo de energia na mineração da criptomoeda em até 15 porcento.

    Patente de mineração de Bitcoin

    A Intel, segunda maior fabricante de chips semicondutores do mundo, sediada em Santa Clara, na Califórnia, é conhecida por ser um concorrente de peso quando o assunto é fabricação de chipsets. Na última terça, 27, a United States Patent and Trademark Office (USPTO) concedeu à empresa a patente que descreve um sistema especializado de mineração do algoritmo SHA256, utilizado pelo Bitcoin. Apesar de ter sido requerida em 2016, a patente só foi concedida no mês passado.

    A invenção é descrita como um processador de mineração mais eficiente, com aceleradores de hardware que podem reduzir o consumo geral de energia em comparação com os atuais processadores ASICs (application-specific integrated circuit). A fim de ilustrar o sistema, figuras foram incluídas na descrição da patente, que possui 29 páginas.

    processo de mineração otimizado de Bitcoin, utilizando datapaths

    Imagem do processo de mineração otimizado de Bitcoin, utilizando datapaths, que reduz o consumo de energia.

    “A presente divulgação inclui processadores baseados em ASICs, eficientes no consumo de energia, que consomem menos energia nas operações de mineração de Bitcoin”, explica o texto da patente.

    Assim, a patente da Intel explica que a tecnologia do Bitcoin resolve o problema de gasto duplo. No entanto, ela enfatiza que os processadores atuais consomem quantidades enormes de energia ao minerar criptomoedas. De acordo com a Intel, alguns “clusters de processadores SHA256” consomem mais de 200 watts. Portanto, a invenção afirma que irá se aproveitar de uma quantidade inumerável de estágios e métodos de processamento de SHA256 ao utilizar datapaths (localização de dados) otimizados.

     

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